sexta-feira, 19 de março de 2010

Falando em Photoshop no notion...

Mais dois exemplos que eu encontrei num post da Galileu sobre Photoshop.


Se na Veja a modelo tinha as pernas deslocadas, aqui ela simplesmente não tem perna...


E aqui, o cara que aparece duas vezes na mesma foto. Ou a manipulação de imagens pra aumentar o público do Berlusconi.
Coisa feia.

Aprendeu com a Veja...

A fazer capas com o efeito "Photoshop no notion". Olha o tamanho da cabeça dessa pessoa. Totalmente desproporcional ao resto do corpo. 
Tipo a mulher acelga da Veja lembra?

Medo, delíro, tubarões e sexta-feira

Comprei pra dar de presente, mas antes de fazer a dedicatória e embrulhar, já dei uma olhada nos textos e vou aproveitar o fim-de-semana pra ler algumas histórias. O presenteado vai esperar um poquinho.
Pra quem não sabe, Hunter Thompson foi o jornalista precursor do chamado Jornalismo Gonzo. A grosso modo, são as reportagens em que os jornalistas fazem parte da história, vão até o local, vivenciam a situação como protagonistas e não como simples observadores.

O cara era muito louco, mas certamente inaugurou um estilo muito importante de se fazer jornalismo.

Aí, aproveitei que Medo e delírio estava lá em casa dando sopa e fui assistir. Fiquei drogada por tabela, o filme é muito doido. E é baseado na vida e nas histórias vividas e escritas pelo Thompson. Eu indico filme e livro. E um pouco de Piauí depois, porque ninguém é de ferro e hoje é sexta-feira, dia de relaxar.

quarta-feira, 17 de março de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

Glauco



Esse desenho é do meu ex-professor Djota Carvalho e vem daqui. Uma homenagem ao Glauco, que eu nem conhecia nem nada, mas me chocou logo cedo com a notícia que eu ouvi no rádio.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Cristovão Tezza

Acabei de ler agora.
Ainda estou recuperando o fôlego.
Sei que cheguei um pouco atrasada, afinal o autor foi premiado em alguns concursos já há alguns anos. Entre eles, o Prêmio São Paulo de Literatura de 2008. E isso me diz várias coisas.
De qualquer maneira, quem tiver pulmão pra respirar durante a narrativa de um pai que tem um filho com síndrome de down e simplesmente não se conforma, age de maneira dura, cruel, fria, covarde, eu posso emprestar.
E não me venham com moralismos, pois a história nada tem a ver com isso. São valores impostos, crenças de uma sociedade covarde.
Cristovão Tezza. Virei fã atrasada.