terça-feira, 29 de junho de 2010

Vai dar demissão!



O estagiário, o editor, o diagramador, o publicitário... Alguém vai pagar caro por ter mandado a Seleção de volta antes da hora.
Na Folha de São Paulo de hoje.
E viva a revisão!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Ensaios sob uma insônia

Essa é a nova seção do blog. "Ensaios sob uma insônia".  
Porque todo dia a insônia me convence que o céu faz tudo ficar infinito.







terça-feira, 11 de maio de 2010

No flagra






















Responda rápido: O que é pior? O fato em si, ou o gerente ter sido preso em FRAGRANTE?
Na Folha de hoje. (clique na imagem para ampliar e ler inteira)

sexta-feira, 19 de março de 2010

Falando em Photoshop no notion...

Mais dois exemplos que eu encontrei num post da Galileu sobre Photoshop.


Se na Veja a modelo tinha as pernas deslocadas, aqui ela simplesmente não tem perna...


E aqui, o cara que aparece duas vezes na mesma foto. Ou a manipulação de imagens pra aumentar o público do Berlusconi.
Coisa feia.

Aprendeu com a Veja...

A fazer capas com o efeito "Photoshop no notion". Olha o tamanho da cabeça dessa pessoa. Totalmente desproporcional ao resto do corpo. 
Tipo a mulher acelga da Veja lembra?

Medo, delíro, tubarões e sexta-feira

Comprei pra dar de presente, mas antes de fazer a dedicatória e embrulhar, já dei uma olhada nos textos e vou aproveitar o fim-de-semana pra ler algumas histórias. O presenteado vai esperar um poquinho.
Pra quem não sabe, Hunter Thompson foi o jornalista precursor do chamado Jornalismo Gonzo. A grosso modo, são as reportagens em que os jornalistas fazem parte da história, vão até o local, vivenciam a situação como protagonistas e não como simples observadores.

O cara era muito louco, mas certamente inaugurou um estilo muito importante de se fazer jornalismo.

Aí, aproveitei que Medo e delírio estava lá em casa dando sopa e fui assistir. Fiquei drogada por tabela, o filme é muito doido. E é baseado na vida e nas histórias vividas e escritas pelo Thompson. Eu indico filme e livro. E um pouco de Piauí depois, porque ninguém é de ferro e hoje é sexta-feira, dia de relaxar.

quarta-feira, 17 de março de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

Glauco



Esse desenho é do meu ex-professor Djota Carvalho e vem daqui. Uma homenagem ao Glauco, que eu nem conhecia nem nada, mas me chocou logo cedo com a notícia que eu ouvi no rádio.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Cristovão Tezza

Acabei de ler agora.
Ainda estou recuperando o fôlego.
Sei que cheguei um pouco atrasada, afinal o autor foi premiado em alguns concursos já há alguns anos. Entre eles, o Prêmio São Paulo de Literatura de 2008. E isso me diz várias coisas.
De qualquer maneira, quem tiver pulmão pra respirar durante a narrativa de um pai que tem um filho com síndrome de down e simplesmente não se conforma, age de maneira dura, cruel, fria, covarde, eu posso emprestar.
E não me venham com moralismos, pois a história nada tem a ver com isso. São valores impostos, crenças de uma sociedade covarde.
Cristovão Tezza. Virei fã atrasada.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cara de uma, focinho da outra

No site da TPM, a comparação entre a Vejinha da semana passada e a edição de outubro de 2009 da Trip para Mulheres.
Só que dessa vez eu acho que foi bem pior.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Quem conta um conto...

...pode participar!


Prêmio São Paulo de Literatura abre inscrições

Estão abertas as inscrições para o Prêmio São Paulo de Literatura, realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, pelo terceiro ano consecutivo. O Prêmio vai conceder R$ 200 mil para o melhor livro do ano e o mesmo valor para a melhor obra de autor estreante. Os livros de ficção do gênero romance devem ser escritos em língua portuguesa, publicados e comercializados pela primeira vez em 2009. O regulamento completo está disponível no site: www.cultura.sp.gov.br.

Até 25.03, escritores e editoras de todo o Brasil e de países de língua portuguesa podem entregar a documentação necessária pessoalmente ou pelos correios para a Secretaria de Estado da Cultura / Núcleo de Protocolo e Expedição. R. Mauá, 51, Luz. São Paulo – SP. CEP 01028-900.

Os finalistas, no máximo dez em cada categoria, serão anunciados durante o III Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, realizado de 28 a 30 de maio, em São Francisco Xavier (SP). Os dois grandes vencedores do Prêmio São Paulo da Literatura serão conhecidos no dia 02.08, no Museu da Língua Portuguesa.

Em 2009, o Prêmio recebeu 217 inscrições e os vencedores foram Galiléia, de Ronaldo Correia de Brito, como melhor livro do ano, e A parede no escuro, de Altair Martins, como melhor obra de autor estreante. Na primeira edição, os premiados foram O Filho Eterno, de Cristóvão Tezza e A chave de casa, da estreante Tatiana Salem Levy.
 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Essa é pra quem não gosta de se sentir sozinho

Estação Sé ontem, na hora da chuva.
A primeira foto tá no Estadão (Metrópole) e a segunda tá no portal do jornal 
Os novos baianos certamente despensariam passear nessa "garoa"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Cordilheira

Esse também faz parte dos que eu li no final do ano e não postei nada no blog a respeito...

Da linha “Correndo atrás pra deixar meu blog em dia”, segue Cordilheira, de Daniel Galera.


Anita é uma jornalista escritora – mais escritora que jornalista.

Ok, Anita é uma escritora, formada em jornalismo, com todas as angústias que uma mulher de 30 e poucos anos pode ter: Um grupo seleto de grandes amigas, cada uma com seus problemas, a incerteza quanto a profissão, a vontade neurótica de ter um filho, um casamento com dúvidas...



Quando recebe um convite para lançar seu livro em Buenos Aires resolve que essa viagem vai ser sem volta, por tempo indeterminado.


Chegando lá, Anita cruza com um fã e também escritor argentino e seu grupo de amigos, cuja realidade se mistura, cada vez mais, com a ficção que cada um deles escreveu.

Sendo assim, o comportamento e as características de cada um desses amigos são peculiares.

Eu diria bizarro. E Anita vai entrando na onda.

Até aí, a história se sustenta. Mas a impressão que eu tenho é que o autor – paulistano de berço e gaúcho de criação – vai perdendo o fôlego ao longo das páginas.

Na real, o que eu mais achei legal no livro é a descrição que Galera faz de Buenos Áries – as ruas, os restaurantes e bares, cada esquina faz parte do cenário e da trama.



Conclusão: do começo para o meio do livro, eu não queria parar de ler. Da metade em diante foi perdendo a graça e eu fui perdendo a paciência.

O final não surpreende, porque o autor passa de um romance com nuances de realidade, para uma ficção sem pé nem cabeça.

Apesar disso, ganhou o Prêmio Machado de Assis de Romance e o terceiro lugar no Prêmio Jabuti na categoria Romance, em 2009.

À quem interessar, o blog dele: http://www.ranchocarne.org/


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Mia Couto


Fazia tempo que eu queria ler alguma coisa dele.
No final do ano, me emprestaram Venenos de Deus, remédios do Diabo (esse post está atrasado, eu sei. Estou tentando...)
Cheguei em casa depois do trabalho numa sexta-feira e acabei com ele.

Sobrou só um poquinho para o sábado.
Na mosca! Sabia que eu ia gostar.
O moçambicano Mia Couto escreve poesias nas entrelinhas. No meio de uma frase prática, entra uma linha de palavras que te fazem pensar por horas e horas... Tipo de livro que a gente grifa, põe post-it, marca, desenha. Não fosse o fato do livro ser emprestado.

É um romance com características que me fizeram lembrar muito do realismo fantástico da vila de Macondo, do Garcia Marquez.

Mentiras, ilusões, solidão a dois, segredos de família e um entruso na história do casal Bartolomeu Sozinho e Dona Munda que vai ajudando o leitor a desvendar o mistério por trás da antiga casinha na vila Cacimba: Quem realmente é Deolinda, descrita no início como filha do casal e que, ao longo da história, vai deixando dúvidas sobre a real existência? E o que realmente Sidónio Rosa - o tal entruso - quer com a moça?

Vale a pena e eu indico.

It's raining cats and dogs!

Há mais de um mês, sem parar, todos os dias, sem trégua.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Faltou




Faltou criatividade, material bom, imaginação... Teve gente até dizendo que "foi combinado". Pura bobagem.

Na minha modesta opinião, acho que nada tem a ver com criatividade ou conchavo. Penso que o olhar dos editores está é cada vez mais engessado: Se voltam para um assunto pelo mesmo viés e não conseguem ver nada além da mesmíssima coisa que o concorrente.
Certamente o fato isolado não significa algo tão grave assim. Se SÓ as capas fossem iguais, tudo bem, até passaria... Mas não é o caso. As capas com a mesma foto é um exemplo exacerbado de que a linha de pensamento, assim como as fotos, são idênticas.
Nada é coincidência.
Acho que tá na hora de uma bela reciclagem nas ideias que "surgem" dentro das redações...