sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Duas coisinhas. Bem distintas


I

Osgêmeos na FAAP.
A 8ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo
To dentro.


II
(Desabafo. Apenas um desabafo)

Acho um absurdo dos maiores você ligar para um jornalista oferecendo uma pauta, e ele perguntar:

"É exclusivo? Se não for, eu não publico."
Faça-me o favor! Você tá com a bunda na cadeira, não tem o menor trabalho porque a pauta cai no seu colo, e ainda quer que seja só para você?

Quer exclusividade, vai pra rua.
#prontofalei


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Você já abraçou Ary Itnem?

Primeiro filme que eu assisto da Mostra Internacional de Cinema de SP.
O abraço corporativo.
É contestador, indagador. Surpreendentemente bom.
Façam-no.

Abraços

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Moacyr Scliar


Até que enfim eu to lendo alguma coisa dele.

"1964, mãe judia".
E confesso: To lendo até escondida no trabalho.

Adoro pau mole


Adoro pau mole.
Assim mesmo.


Não bebo mate
não gosto de água de coco não ando de bicicleta
não vi ET e a-d-o-r-o pau mole.

Adoro pau mole
pelo que ele expõe de vulnerável e pelo que encerra de possibilidade.
Adoro pau mole porque tocar um pressupõe a existência de uma intimidade e uma liberdade que eu prezo e quero, sempre.

Porque ele é ícone do pós-sexo
(que é intrínseca e automaticamente - ainda que talvez um pouco antecipadamente) sempre um pré-sexo também.
Um pau mole é uma promessa de felicidade sussurrada baixinho ao pé do ouvido.


É dentro dele,
em toda a sua moleza sacudinte de massa de modelar, que mora o pau duro e firme com que meu homem me come.


De Maria Rezende.
Mais uma escritora que eu descobri neste ano. Sorte a minha.