segunda-feira, 22 de junho de 2009

Sobre jornalistas e cozinheiros

Eu vou ser breve. Mesmo porque, essa história já tá batida pra mim.
Mas é o seguinte, ó: Eu concordo com a não-obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da função. Acho que uma pessoa que fez economia tem muito mais condição de escrever numa editoria de economia, do que um jornalista, por exemplo.
Acho que o curso de jornalismo deveria ser técnico. A gente aprende a prática em dois anos e depois cursa uma faculdade teórica, consistente, já que a teoria na faculdade de jornalismo é balela.
Conversa pra aluno dormir.
Nada é aprofundado.

Então, para com essa hipocrisia e admita você também que a faculdade de jornalismo fica muito aquém do esperado. E que tem muita gente por aí que também é capaz de ser jornalista sem ter feito necessariamente a faculdade de jornalismo.

Pronto. Falei. E não, isso não é um espaço para discussão. Procure seu C.A. pra discutir alguma coisa.

Em tempo: Porque eu não concordo com a obrigatoriedade do diploma, não me dá o direito de perder a minha carteirnha da Fenaj. Fiquei bem triste com isso.

3 comentários:

Ana disse...

Oi Marina, adorei seu texto. Achei de uma sinceridade e coragem sem tamanho.
Pessoas assim conseguem o que querem. Beijos,

Daniel Serrano disse...

Enfim, sensatez! Concordo.

DANIZINHA disse...

Pois é! Eu já li alguns blogs a respeito. E fiquei um pouco confusa, confesso. Mas, tendo a achar que de fato não seja necessário ter diploma.

beijo