terça-feira, 14 de abril de 2009

Sobre filmes e livros

Hoje fui, finalmente, assistir ao "Fiel". Ok, o filme me fez chorar do começo ao fim e me deixou arrepiada por todos os 90 minutos que tem.

Mas, claro, se você não é corintiano, vale assistir apenas pela magia do filme. Claro que não vai ser a mesma coisa.
Aí, que o filme me fez lembrar do livro da minha amiga Gláucia, Pacaembú, casa do Corinthians, que eu já falei um pouquinho aqui.

Enfim, Corinthians é Corinthians, e corintiano se emociona com um livro, um filme, um jogo, um gol aos 48 do segundo tempo (é, foi pra provocar).

Como tempo tem sido longo pra mim, aproveitei e saí de uma sala e entrei em outra. Fui assistir ao também falado Che.
Achei que fosse chorar mais um pouco e me emocionar, mas não. Não teve um momento emocinante. O filme é legal, vale pela história - nunca é demais saber sobre as revoluções - mas não é desses que fazem a gente se emocionar. E nem parece ser essa a ideia.

Aí, me lembrei de dois livros bacanas: Por quê Cuba? Que reúne textos de diversos autores falando sobre terra de Fidel, e o clássico do Fernando Moraes, A ilha. Esse já tá beeem ultrapassado, as coisas já mudaram e muito por lá, mas vale a pena. Primeiro porque eu admiro o autor, e segundo, porque saber o que se passa por trás de muitos discursos capitalistas é bem interessante.
Abaixo essa ideia de que "vão invadir a minha casa se o comunismo chegar". Quando a revolição chegou, as coisas realmente passaram a ser mais justas lá na ilha.


Abaixo a ignorância!

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